Eras...
Eras só meu...
Foste só meu durante três anos... Só meu e dos teus fantasmas.
Apaixonei-me por ti três vezes...
A 1ª vez foi naquela fim de tarde quente de verão, sentei-me num banco de jardim á sombra de um enorme pinheiro a ler um livro, e quando terminei, encaminhei-me para casa, e foi quando, enfrente ao café do Pablo, nos cruzamo-nos e tu sorriste. Não compreendi porque o fizeste, mas a partir desse dia nunca mais me esqueci do teu hipnótico sorriso, apesar de nunca mais te ter visto.
A 2ª vez foi no metro. Eu estava inquieta, nervosa, á espera que o tempo passasse. Tinha-me mudado á pouco tempo, e ainda não sabia bem os horários. Encostei-me a um poste, e fui checkando o relógio de minuto a minuto. Quando por acaso olhei para a esquerda, no poste que se seguia ao meu, estavas tu, muito sério, a olhar para mim. Não consegui esconder a minha cara de surpreendida a corar, e questionei-me ha quanto tempo ali estarias. Não deixas-te de me fitar com um olhar enigmático. Que pensarias?
Dois segundos entre isto e a chegada do metro. Entrei a correr, quase a tropeçar, esperando que esta não fosse também a tua boleia. Sorte embruxada ou azar divino, entras-te também, mas muito calmamente. O meu coração começou a palpitar com mais força. Eu só desejava que te fosses sentar o mais longe possível de mim, para eu poder fazer uma viagem sossegada. Por mal dos meus pecados, tu olhavas para mim com cara de quem se queria sentar mesmo ao meu lado, mas por educação (penso eu), sentaste-te dois bancos á minha frente, mas virado para mim. Olhei para o relógio, passaram 3 minutos. Segundo o meu novo horário, ainda faltavam 5 minutos para o metro começar a andar.
Não desviavas o olhar de mim nem por um segundo. Porquê? Pensei que tivesse alguma coisa na cara, por isso olhei para o meu reflexo no vidro. Quando olhei outra vez para ti sorriste. Não suportava os teus olhos negros postos em mim, incomodavam-me. Porque raio me estava isto a acontecer?
Não aguentei mais do que 10 minutos daquilo. Assim que o metro fez a sua primeira paragem, aguardei que toda a gente saísse e sai também a correr. Através dos vidros pude ver a tua expressão de pena, de saudade. Por causa desta brincadeira tive de esperar meia hora pelo próximo.
Nessa noite mal consegui dormir. Foi demasiado estranho todo aquele episódio no metro.
Levantei-me mais cedo, deixei a casa arrumada, e sai para ir trabalhar. Era o meu segundo dia, só entrava às 10h, mas como ainda não estava bem ambientada decidi ir mais cedo. Enquanto esperava pelo metro, recordava o que acontecera na noite anterior. Olhei em redor para ver se te encontrava, mas por sorte, nem sombra de ti. Soltei um "ufa" de alívio.
Quando o metro chegou entrei mais descansada, e sentei-me no primeiro acento livre que encontrei. Fechei os olhos dois segundos, e quando os abri vi-te, na fila do lado, a olhar para mim. Assustei-me. Tu riste-te.
Desta vez não podia fugir, tinha mesmo de seguir viagem.
O episódio repetiu-se durante um mês e pouco, todos dias. Comecei a habituar-me, já não me sentia tão constrangida, e por vezes via-te com amigos, assim como eu também muitas vezes ia com as minhas.
Um dia, quando voltava para casa á noite, entrei no metro, e como sempre, coloquei os auscultadores, deixei o volume baixo, tirei o livro que andava a ler, e descontrai. Mas desta vez foi diferente. Tu entras-te, e reparei que estavas muito sorridente. Quando chegas-te perto de mim disseste-me "olá". Involuntariamente arregalei os olhos em direcção ao livro, mas fiz de conta que não te tinha ouvido. Disseste-me "olá" outra vez. Entrei em pânico. Não sabia que havia de fazer. Fiz de contra que não te ouvi novamente. Desiludido seguiste em frente e sentaste-te atrás de mim.
Mas que raio te teria dado para que me fosses dizer "olá"?
Não consegui ler mais, não me conseguia concentrar. Estavas parvo ou quê?
Pensei e pensei no que havia de fazer.
Quando chegou a minha paragem, sai calmamente. Olhas-te para mim pelo vidro, e pela primeira vez fiquei a ver-te partir. Não me sorriste. Fiquei triste, inexplicavelmente triste.
Na manha seguinte decidi que te ia dizer olá.
Como sempre, quando entrei no metro já estavas no teu lugar habitual, mas quando me viste não me sorriste. Estranho. Seja como for, tinha decidido responder-te e foi o que fiz. Quando passei por ti dei-te um "olá" muito seco.
Igualmente como eu na noite anterior também ficas-te admirado, mas ao contrário de mim, não conseguiste esconder o radiante sorriso com que ficas-te.
Ias-te levantar suponho que para vir falar comigo, mas quando olhei para ti com ar desconfiado, desististe e voltaste-te a sentar.
Daqui em diante era "olá" aqui "olá" ali.
Da 3ª vez que me apaixonei por ti era Abril e chovia a potes.
Entrei no metro, como sempre. Sentei-me no meu lugar de sempre, tal como tu também já estavas sentado no teu lugar de sempre, e dissemos "olá" um ao outro, como sempre. O metro parou na nossa paragem de sempre, e calmamente saímos como sempre. Mas nessa manha fria as coisas mudaram.
Subi as escadas calmamente, e quando estava a chegar ao cimo, vi a chuva que escorria escadas abaixo com toda a força que a gravidade pode exercer sobre ela.
Preparei-me para abrir o mini guarda-chuva que trazia na mala.
Enquanto abria o guarda-chuva e continuava a subir as escadas, sentia os teus passos atrás de mim, como sempre, e, como sempre, estava á espera que a qualquer momento passasses a correr pela minha esquerda e saísses metro fora disparado.
Desta vez ias muito devagar, ao mesmo passo que eu, demasiado devagar para ti, demasiado estranho para mim.
Olhei por cima do ombro, ias duas escadas atrás, ligeiramente á minha direita, mas não olhavas para mim, estavas a olhar para o chão.
Quando as escadas acabaram e fiquei a céu aberto sobre a chuva, cobri-me com o guarda-chuva, e olhei-te.
Estavas mesmo atrás de mim. Não dois degraus a trás, nem dois degraus á frente, mas mesmo atrás de mim, a 10 cm de mim. Quase que choquei contra ti. Soltei um "Ah!" e tu beijaste-me pela primeira vez. Assim sem mais nem menos. Sem "olá sou o João", sem nada.
Primeiro não reagi. Depois corei. Quando acordei empurrei-te descolando os teus lábios dos meus. Quando me apercebi que talvez fosses escorregar e cair nas escadas molhadas por te empurrar, fechei a mão que tinha livre sobre o teu peito para te agarrar e puxar, amarrotando-te o casaco. Deves ter pensado que queria mais, porque a tua reacção foi sorrir e beijar-me de novo. Mas não era nada disso que eu queria. Bem, na verdade era, mas não estava a entender nada do que se estava a passar. Empurrei-te de novo para trás, mas desta vez tu já me estavas a segurar firmemente pela cintura, e quase me levantavas no ar.
Rendi-me. Deixei cair o guarda-chuva e a mala e agarrei-me a ti com todas as minhas forças. Pus os meus braços á volta do teu pescoço e tu puxaste-me ainda com mais força contra ti. Beijamo-nos como se não houvesse amanha, não houvesse trabalho para fazer, não houvesse chuva a cair sobre nós nem houvessem pessoas a observar-nos.
Gostei de como as coisas começaram entre nós.
Quando ficamos sem fôlego e completamente encharcados tu finalmente disseste:
- Tens nome?
Eu extasiada como estava só meu saiu:
- O quê?
- Se tens nome?
- Nome?
- Sim, deves ter um nome, começado por V certamente.
- Começado por V?
- Sim, não sei se sabes, mas trazes um colar com um V.
- Trago?
- Não costumas ser tão lenta a captar as coisas.
- Não costumo?
- Podes parar de repetir o que te digo e responder-me?
- Responder ao quê?
- Tens nome?
- Tenho. E tu, tens nome ó Sr. beija desconhecidas?
- Eu não beijo desconhecidas! Eu conheço-te!
- Conheces-me? Então como me chamo?
- Boa pergunta, podes-me responder agora?
- Não, porque não dou o meu nome a quem beija desconhecidas.
- Olá, sou o João. Tu és a... ?
- Preferes Maria ou Diana?
- Preferia o teu nome verdadeiro, algo começado por V.
- Mas o meu nome não começa por V sequer. Chamo-me Raquel.
- Raquel? Então porque tens um V ao pescoço.
- Não queres saber mais nada não Joãozinho? Tamanho do soutien?
- Eheh, não, isso eu já descubro.
- Já descobres? Estás-te a passar meu! Quem pensas que sou?
- És...
- Sou o quê? Vá, diz lá! Porque o quer que eu seja, tu também és. Que lata!
- És a minha namorada!
- Ai sou? Então tu também, porque se eu beijo desconhecidos, tu também, e quem começou foste tu meu... SOU O QUÊ?
- Ahah, nem me ouviste. És a minha namorada.
- Ouve meu, está-te a passar, eu não te conheço de lado nenhum, não sei quem és. Larga-me, deixa-me em paz, e vai á tua vida.
- Raquel...
- Para ti não existe Raquel. Desaparece. Deves pensar que é assim que se conquistam raparigas.
Virei costas, apanhei a mala, o guarda-chuva, e comecei a andar.
- Podias ao menos dar-me boleia, estou todo molhado?
- Não tens guarda-chuva? Azar. E mais molhado que isso é complicado.
- Não sejas assim Raquel. Tu não és assim. Ficas tão mais gira quando coras do que assim zangada. Que mal te fiz eu?
- Que mal me fizeste? Andas a gozar com a minha cara á meses. Sempre que entro naquele maldito metro sinto-me uma anormal.
- Nunca foi intenção minha fazer-te sentir assim. Mas desde o dia em que te vi quando ia a entrar para o Pablo, que não me sais da cabeça. E quando te vi no metro toda preocupada com as horas, não queria acreditar que eras tu. És tão surreal.
- Eu sou surreal? Então o que chamas a quem beija desconhecidas.
- Já te disse, tu não és desconhecida, há meses que te vejo todos os dias entrar e sair do metro. E até me dizes olá, não me digas que é de sem querer.
- Não... Não é de sem querer, mas isto não se faz.
- Isto o que?
- Isto. Perseguir-me escadas a cima para depois forçosamente me beijares.
- Não me digas que não gostaste?
- Não é isso... O que é isto afinal João?
- Tens de ir trabalhar?
- Tenho! Tu não?
- Eu também tens.
- Então tem de ficar para mais logo.
- Nem pensar. Não penses que me escapas.
- João, eu tenho mesmo que ir trabalhar.
- Esquece o trabalho. Anda.
E deste-me a mão e puxas-te por mim.
Faz um ano que tudo mudou...
Apaixonei-me por ti três vezes. E foram só essas únicas três vezes que me mantiveram ligada a ti.
Vivemos muitas coisas juntos. Vimos o mundo crescer e mudar. Vimos muitos nascer, e outros tantos morrer. Vimos a ascensão e a decadência. Vimos o amor e o ódio, a cegueira e mentira, mas ainda aqui estamos, juntos.
Faz um ano que tudo mudou.
Decidimos que estava na altura de progredir, e tão contente que ficamos na altura em que a noticia surgiu, que nem foguete. Na altura achamos que era bom, muito bom, o passo que estávamos a dar. Agora digo-te João, não podia ter sido melhor.
Antes dizia-te que cada alma tinha um corpo, partilhado por dois, agora digo-te que cada corpo tem uma alma, partilhada por todos.
Foste só meu durante três anos... Só meu e dos teus fantasmas.
E depois passas-te a ser só nosso… Só nosso e dos teus fantasmas.
A nossa Vilminha não podia ser melhor do que é.
Apaixono-me por ela todos os dias. Tão pequenina, tão perfeita.
Dizes que a Vilminha é uma miniatura minha, e eu digo que é uma miniatura tua.
Foi a melhor prenda que me podias algum dia ter dado. Só quero ter força para dar todo o meu amor a vocês. São o meu sol e a minha lua. São a minha mãe natureza.
domingo, 11 de janeiro de 2009
"The smell of the holy sinful liquid that watches ours souls."
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Katatonia - Omerta
Come by you have come far
All I had I lost in the flood
Come sit with me at the bar
Tell me of progress strengthen my blood
No one here knows my name (no)
I have traded my memories for things
But I remember you clearly
Do you remember that I used to sing
Do do doo doo doo doo
Why have you waited so long?
Do do doo doo doo doo
Why have you waited so long?
Come by you have come far
Long since I saw you so how have you been?
Come sit with me at the bar
How long since they told you that they had found him?
No one here knows my name (no)
I gave up my worries for one good thing
But I remember you clearly
Do you remember that I used to sing
Do do doo doo doo doo
Why have you waited so long?
Do do doo doo doo doo
Why have you waited so long?
Do do doo doo doo doo
Why have you waited so long?
Do do doo doo doo doo
Why have you waited so long?
Was it because I never told you
I was going away,
That you waited so long?
Was it because your fucking dreams
Meant nothing to me,
That you waited so long?
It runs from the top of my fingers
Into my hands
What, is it I have been drinking?
I do not understand
I, thought I'd lost you my brother
I'm so glad you came
My regards to the ones that I love I miss them
Tell them I love them I miss them
http://br.youtube.com/watch?v=FnwOIuoeFLA
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Darkolica.
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10:01 p.m.
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Agalloch - Kneel to the cross
Summer is a-coming and arise! Arise!
Give us our bread and bury our dead
And kneel to the cross on the wall
Whether burnt at the stake or drunk at the wake
Just kneel to the cross on the wall
We've original sin, but we might just get in
If we beg to the cross on the wall
It's love your neighbours and rattle your sabre
But kneel to that cross on the wall.
See the roof fall, hear the bells crash
As flesh and bone turn to ash
Tried to conquer the sun with a Christian frost
The corpses' stench beneath the cross
Give them gold and they'll save your soul
And kneel to the cross on the wall
Hail to the boss of the great unwashed
And kneel to the cross on the wall
They wail and weep, the march of the sheep
As they go to the cross on the wall
And it's ever so wrong to dare to be strong
So kneel to the cross on the wall
But summer is a-coming and arise! Arise!
But summer isn't coming and arise! Arise!
by:
Darkolica.
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10:20 a.m.
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Cerne
Foram preciso 3 anos para eu compreender o cerne das depressões desta familia, e uma simples frase fez o clic.
"Não ligues ao que ele diz."
Está dito e está feito.
Agora basta suportar a cruz nos braços.
by:
Darkolica.
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10:14 a.m.
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domingo, 21 de dezembro de 2008
Sentir-te Perto De Mim
Oiso-te falar
Vejo os teus gestos
Mas a minha cabeça não para de pensar
"E o depois? E o amanhã?"
Continuas no teu monologo
e eu penso
"E haverá depois? Valerá a pena?"
Perguntas se não digo nada
Respondo-te que sim
"Sim? Sim o quê?"
Já me pesa a cabeça de tanto pensar
Começo a questionar
o que antes parecia fatidicamente verdadeiro
"Será mesmo real?"
Questiono se não são mentiras que soletras
"Andará a enganar-me?"
Perguntas que antes não colocava
Porque não acreditava
A explicaçao para ver, é crer.
Temo o dia em que ao abrir os olhos
Te veja á minha frente
e congele por inteiro.
Vou pensar:
"Real não é, só pode ser um sonho..."
25/05/07
by:
Darkolica.
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12:47 p.m.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
Dazkarieh - Senhora da Azenha
Nossa Sinhora d'Azenha
A minha mãe
Minha Madrinha
Nossa Sinhora d'Azenha
E vosso caminho não sei
Quem tem boca
Vai a Roma
E eu também
Assim farei
Nossa Sinhora d'Azenha
E à vossa porta cheguei
Nossa Sinhora d'Azenha
E à vossa porta cheguei
Que teus olhos me acompanhem
E como di, Passadas dei
Nossa Sinhora d'Azenha
Rainha, De Portugal
És a nossa mãe bendita
E livra-nos de todo o mal
Nossa Sinhora d'Azenha
A minha mãe
Minha Rainha
A hora da minha morte
Há-de ser, Vivência minha
Nossa Sinhora d'Azenha
A minha mãe
Minha Madrinha
Nossa Sinhora d'Azenha
E à vossa porta cheguei
http://br.youtube.com/watch?v=S-RBSN2LNM4
Dazkarieh - Vitorina
A pobre da vitorina
Como todo mundo sabe
Dizem que morreu de parto
Que morreu na enfermidade
A pobre da vitorina
Como todo mundo sabe
Só queria morrer de velha
Com seu amor de verdade
Às portas da eternidade
Tinha junto ao coração
Uma letra que dizia
Morrer sim deixar-te não!
http://br.youtube.com/watch?v=yuE5HKeVREs
Alice in chains - Nutshell
We chase misprinted lies
We face the path of time
And yet I fight
And yet I fight
This battle all alone
No one to cry to
No place to call home
Oooh...oooh...
Oooh...oooh...
My gift of self is raped
My privacy is raked
And yet I find
And yet I find
Repeating in my head
If I cant be my own
Id feel better dead
Oooh...oooh...
Oooh...oooh...
http://br.youtube.com/watch?v=GO8bI5lK0lY
Filhos da puta.
(titulo revoltado seguido de texto revoltado)
Puta que os pariu.
Ironicamente vou chamar-lhes meus queridos filhos. Ahah
Que nervos estes cornos me dão.
Estou furiosa.
*headshot*
Uma musica para ver se me passa.
RE: Estupidez
7 de Dezembro de 2008 1:03
Anónimo disse...
Bem, eu não sei quem perguntou, mas só pela escrita adivinho xD, o que faz com que ate mereça resposta.
Ora bem, porque me droga, ve-se logo que não te drogas, senão saberias o porque.
A droga dá ao mundo um brilho completamente diferente, juro-te, andei ai um dia sem fumar nada, foi horrivel, estava tudo tao seco, sem cor, sem vida, sem interesse, ate me faltou imaginação para a aula de teatro.
Se calhar é por isso que os fins-de-semana me parecem tão torturantes.
Outro motivo é o que todos sabem, a droga leva á decadencia, e a decadencia leva á morte, ou seja, estou a encurtar o caminho.
E agora tenho de reclamar.
A minha vida te pode valer muito mais que isto, como diz o meu pai "tu tens capacidades para muito mais", mas quero que se foda isto, quero morrer, e ninguem me tira essa ideia da cabeça, ponto final.
Que há quem goste de mim, acredito, mas pá, quem lhes manda gostar de merda?
Eu não fui, por isso, temos pena.
Ahah.
sábado, 6 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Past
Como o tempo passa...
Lembrei-me agora de quando tinha 12/13 anos.
Tinha um grupo de amigas, a Dora, a Sofia e a Cristina. Eramos inseparaveis...
Seguimos todas caminhos tão diferentes... E eramos tão iguais na altura...
A Dora foi para a frança, quando voltou parecia mesmo francesa, com um namorado niga e tudo...
A Sofia arranjou um namorado á maneira e lá anda toda direitinha na universidade...
A Cristina trabalha num restaurante, rouba os pais e leva do namorado...
E eu... Eu continuo solteira, metaleira, e drogada... Uma infeliz por assim dizer lol
Acho que facilmente se ve quem ficou pior...
Agora pergunto-me qual de nos chegara aos 50 anos? lol
xD eu não concerteza, com a vida de maus vicios que levo...
Ahah, why am I still alive?
" 'cause decadence goes way much deeper than that" :)
by:
Darkolica.
às
10:39 p.m.
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Estupidez (actualizado)
25 de Janeiro de 2008 19:20
Anónimo disse...
;D olha a girlfriend lol
isso e estupido lol, mas a cenas mais estupidas, mas ja k tas a falar disso ja fazias um post com todas as cenas estupidas k ja fizest ;) era so pa saber lol
A pedido do Luis, faz quase já um ano, vou fazer uma lista das coisas estupidas que ja fiz, pelo menos das que me lembrar...
Este post.
Andar de carro com um descolhecido na auto-estrada a abrir com um grande nevoeiro.
Conhecer traficantes de droga, ladrões e assaltantes.
Mexer na arma de um deles.
Apontala á cabeça.
Tomar cocaina. (e querer tomar mais)
Ser, actualmente, uma toxicodependente de drogas leves.
Fumar também tabaco.
Embebedar-me.
Fugir de casa.
Mentir demasiado aos meus pais.
Roubar-lhes dinheiro.
Fazer sexo sem preservativo. (well, this time I was not pregnant.)
Fazer sexo com uma gaja. (I was really drunk, is that an excuse?)
Namorar uma gaja. (na altura nao era estupido, só que a obsessão dela por mim, que dura ate agora, fazendo escandalos no meio da rua, incomoda um pouco.)
(A gaja do sexo e a gaja do namoro sao gajas diferentes. Houve outras. If I am not stupid, what am I? Ahah)
Chumbar por faltas a matemática ainda nem o primeiro periodo acabou, ahaha, esta dá para rir, visto que ate tirei 15 no teste, puta da matematica que sempre me fodeu o juizo, agora não foi pelas notas, tinha de ser pelas faltas, e pela merda de trabalho que ando a fazer á mais de um mes --' (headshot)
Esta é mesmo boa lol, ouvir os meus pais, saber que tem razão ao avisar-me para estudar e querer ser alguem na vida, concordar com eles, e rir-me na cara deles enquanto discutem comigo, porque, na verdade, eu estou a pensar numa melhor maneira para acabar com a vida :D
Ter a mania das dietas e passar dias sem comer. (esta é uma estupidez fixe :D)
Comer compulsivamente que nem um leão faminto. (esta eu nao gosto mesmo nada --')
Acho que é tudo.
Se me lembrar de mais, eu acrescento.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Blackfield - 1000 people
http://www.youtube.com/watch?v=LJyUCp8owGo
A thousand people yell,
They're shouting my name,
But I want to die in this moment,
I want to die,
And a thousand people smile
They're smiling at me
But I want to die in this moment,
I want to die,
No way to understand
Why I've become the way I am,
But when the sky if filled with stars,
I find the place inside my heart,
Some people can take a blow
And won’t ever drop,
But I want to die in this moment,
I want to die,
She will tell me she loves me
And she won’t ever stop,
But I want to die in this moment,
I want to die,
A coldness in my soul
And I reach out for her to hold,
And then I watch her close her eyes,
It's only me that needs to cry
And if I stay with you,
Do you believe that love comes true?
No way to understand
Why I've become the way I am,
And when the sky is filled with stars,
I find the place inside my heart,
And then I watch her close her eyes,
It's only me who needs to cry,
A thousand people yell,
They're shouting my name,
But I want to die in this moment,
I want to die.
by:
Darkolica.
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10:16 a.m.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Joy.
É uma questão de juizo. Completo e absoluto.
A falta dele leva á loucura.
E todos nós sabemos que:
- The cure for insanity is insanity itself.
E ao que isso nos leva depois.
Estaremos cá para ver. :D
Time is passing by...
So fast...
So slowly...
Happiness.
What am I doing?
Ahah.
sábado, 8 de novembro de 2008
How far am I from you?
How can I be any close to you, if I am 91 cm away from myself?
Think about it.
domingo, 2 de novembro de 2008
Madness
Musica é loucura.
Musica é arte, Viva.
Tu és vida, és morte.
Tu és Arte pura.
Tu és musica, Louca, dentro de mim.
Tu és Morte, perfeitamente encenada.
Tu és arte, Tempo perdido de nós.
Amo-te oh cubo geometricamente Puro.
"Amas-me? - perguntou-me ela.
Eu respondi-lhe, perguntando-lhe:
- E tu? Amas-te?"
"Sim. A personagem na minha cabeça. Ela. Sem nome. Sem forma. Só ela."
"Eu não estou louco Lena."
"É o sono do monstro... Eu quero acordar o meu!"
"Obrigado Lena."
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
The shady enlightenment
Pure…
Undefined eye…
Does it make any sense?
The magic…
The smell…
Who do you do?
The power…
The perfection…
Who to justify?
The silence…
The pain…
Are you in pain?
Undead body…
Unwashed hands…
Are we alone?
The cliff…
The sin…
Fearless mind?
Madness…
Insanity…
What’s on your soul?
The end is near…
The caged world…
Am I in love?
The pat…
The music…
Pray for poor humanity…
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Se um dia demorares… Leva o tempo que precisares.
Esvoaçam-lhe os cabelos na desesperada correria.
A chuva cai, escorre-lhe pelas faces junto das encharcadas lágrimas.
Não tem destino, corre por vontade, corre porque sim.
Para trás deixa a memória, com saudade.
Fica com o tempo que sempre indagou.
Sente o fogo crescer-lhe na garganta, fazendo-a fervilhar de cansaço.
Por momentos pára, reflecte no que faz.
Vê terra por toda a parte.
Terra que não é de ninguém, suja, traiçoeira, infiel…
A evasão prossegue com hostilidade.
Sem se aperceber, pensa no sabor a sangue que traz na boca…
Escarlate, cintilante á luz das estrelas.
Fecha os olhos. É impossível esquecer.
Tenta desprezar o desejo, correndo ainda mais.
É infernal, o coração já não aguenta, quer-lhe explodir.
Com fugaz determinação, sem saber por onde continuar, atira-se em frente, segue-lhe o rasto.
domingo, 5 de outubro de 2008
Porém alcancei o distinto.
Desprovi-me da alma e segui o que a carne me intuiu.
Larguei a verdade e fui atrás da vontade.
Verdade falsa, não quero mais saber.
Saltei o consciente e admiti o animal em mim.
Enlouqueci, desvairei.
Elevei-me…
Quebrei-te de tal modo, que te desorientei o sangue nas veias.
Grita, grita aos céus e ao dilúvio.
Espírito e escrúpulos, se os tivesses, mentirias para te poupares.
Devorei-te o crânio, privado de ar.
Prostrado no chão, choras, com falta de lágrimas.
Exaltas “por favor, anjo, salva-me”.
Agarro-te pelo pescoço, sentes as minhas garras na tua espinha.
Angustia, vejo-te nos mortiços olhos.
Se crês que sim, mata-me antecipadamente.
Esgazeias a visão para me divisares o génio.
És incapaz de ver cor dentro do assombro.
Exasperas, gemes por perdão ao Senhor.
Que pena que não te ouve, é tarde de mais.
Ficas-te sem tempo, perdes-te a aposta.
Toda a salvação que procuravas virou-te as costas.
A verdade transcende-te, e vais ser redimido por isso.
Superiormente, engulo-te a seco.
Ficas no negro, perduras nas trevas do meu sangue-frio.
Revoltas-te, contrais-te, cedes, morres.
Esotéricas chamas inflamam-me a garganta.
Abrasam-me a vista.
A única coisa que sempre almejei foi a verdade, e olha no que ela me tornou.
Devorou-me as entranhas, tirou-me a certeza, afogou-me a realidade.
Elevei-me…
Ergui-me ao nível dos Deuses.
Juntei-me àqueles que te largaram só.
Fiquei, insanamente á espera de te ver rogar meu nome.
Sou o aclamado Deus sem alma, a besta errante, o monstro com asas.
by:
Darkolica.
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10:01 p.m.
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domingo, 21 de setembro de 2008
Queensryche - Silent Lucidity
Queensryche - Silent Lucidity
Hush now, don't you cry
Wipe away the teardrop from your eye
You're lying safe in bed
It was all a bad dream
Spinning in your head
Your mind tricked you to feel the pain
Of someone close to you leaving the game of life
So here it is, another chance
Wide awake you face the day
Your dream is over... or has it just begun?
There's a place I like to hide
A doorway that I run through in the night
Relax child, you were there
But only didn't realize and you were scared
It's a place where you will learn
To face your fears, retrace the years
And ride the whims of your mind
Commanding in another world
Suddenly you hear and see
This magic new dimension
I- will be watching over you
I- am gonna help you see it through
I- will protect you in the night
I- am smiling next to you, in Silent Lucidity
-spoken during solo-
[Visualize your dream]
[Record it in the present tense]
[Put it into a permanent form]
[If you persist in your efforts]
[You can achieve dream control]
[Dream control]
[How's that then, better?]
[Dream control]
[Dream control]
[Dream control]
[Dream control]
[Hug me]
If you open your mind for me
You won't rely on open eyes to see
The walls you built within
Come tumbling down, and a new world will begin
Living twice at once you learn
You're safe from pain in the dream domain
A soul set free to fly
A round trip journey in your head
Master of illusion, can you realize
Your dream's alive, you can be the guide but...
I- will be watching over you
I- am gonna help to see it through
I- will protect you in the night
I- am smiling next to you....
by:
Darkolica.
às
10:56 p.m.
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Fotolog
Como o meu fotolog está em coma, e dá imenso trabalho lembrar-me das recordações de algo em coma, decidi fazer um apanhado delas aqui, cenas que sei que vou querer ler mais vezes.
09/02/07:
"quem sou eu
que vagueia por ai
pelas lágrimas
da abstracta alma
que arrasta atrás de si"
23/03/07:
"Fazer de cada menos um mais."
12/09/07:
"és so fumaça, nao tens substancia"
17/11/07:
"acorda Lena, sai do teu mundinho encantado, que de encantado nada tem... "
22/11/07:
"Quero pintar uma aguarela linda... Mas escolhi mal as tintas... Acabei por pintar com sangue. Mas sabes que vou fazer? Vou queimar os lapis podres e vou pintar um lindo desenho com o carvão das cinzas... :)... Pena que o vermelho sangue continue contrastar tanto com os negros e os sujos... O sangue custa a sair..."
28/11/07:
"Por volta de meados de Dezembro as arvores já não tem qualquer folha... já caiu tudo..."
01/12/07:
" eu tou uma confusao total, pareco uma gaveta que tava arrumada e caiu tudo po chao lol"
"Espasmo" lol
"mostro te pessoalmente
á luz das velas e com um bom vinho
loooool"
19/04/08:
"Vi uma assombração...
Eras tu, juro por Deus. Corpo, cabelo, e o pior, os olhos... Aqueles olhos negros que me perseguiam, me cravavam.
E a voz, lamuriava ao meu ouvido 'Vim... Vim... Vim por ti!'
Oh... Eras tu, não podia ser mais ninguém, nem tu podias ser...
Mas juro por Deus, eras tu."
14/05/08:
The sweet perfume that accompanies me on the journey.
Soft pillow on which I sleep every night.
The soft touch of silk.
Those silver black yarn that you present me with.
:'/
olha-me que graça
"choravas se eu morresse?"
"voltavas se eu chorasse?"
"sim, vá chora"
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
JESUS
Just 'cause since Jesus came into my life, it has completely changed, I went to see more clearly many things, and among them, the true meaning of my life, and true friendship.
Jesus be with us, Jesus be with you.
Let Jesus enter into your heart.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
The perfect call
Please enter a code to remotely access a feature.
To end this call, please dialed cardinal (#), to go back to the menu dial asterisk (*).
You dilead asterisk (*).
To order a vibrator, please dial one (1).
To order a sweet bunny, please dial two (2).
To order a kinky bunny, please dial tree (3).
To order a sadistic bunny, please dial four (4).
To order an anal bunny, please dial five (5).
To order a chocolat bunny, please dial six (6).
To order a black chocolat and white chocolat bunny, please dial seven (7).
To order an orgy with five hot bunnys, please dial eight (8).
To order a gay man, please dial nine (9).
To special order, please dial zero (0).
You dialed tree (3), kinky bunny, to confirm please dial zero (0).
You dialed zero (0).
Please, to continue, you'll have to dial your check account number.
The number you dialed is too small.
Please, dial your check account number.
Your call cannot be completed as dialed.
The number you have dialed is not in service.
Please check the number and dial again or call your operator customer service to help you.
If you dialed a 5 digit code, it has changed. Please redial adding a 1 and a 0 before the 5 digit code. Or for assitance, contact the carrier you are trying to use.
You dialed 911.
The number you have reached, 911, has been changed to a non published number.
Please try your call again later.
This is a recording.
Thank you, come again.
Nox Arcana - Nursery Rhyme
Sandman, come to me tonight,
Comfort me till morning ligh
As darkness falls and shadows loom,
I bid you welcome to my room
Rest your bones beside my bed,
Lay your hands upon my head
Cast your spell of slumber deep,
And stay beside me as I sleep
If I should die before I wake,
I grant to you my soul to take
Nox Arcana
Nox Arcana MySpace
Autumnblaze - To The River
We rode on spanks
And darkness became a good friend
When doubts, thiefs of colours
Piled up again
The rooms were strange
They seemed to be aware of my fear
Who was breaking in my mind to kill me
Who came along to take me away (to the river)
Now we're sitting here
Bowed like beggars
The clouds are low
We still wonder who payed the caravans
To the strange rooms
Who is breaking in my mind to kill me
Who comes along to drag me to the river
Autumnblaze Myspace
Autumnblaze Metal Archives
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Iced Earth - When the Eagle Cries
Another day, just like any other
out of the blue, it turned to horror
How could they?
Why would they?
The innocents suffered hell's inferno
An senseless act that goes unforgotten
How could they?
They will pay.
When the Eagle Cries
Blood will flow
When the Eagle Cries
For freedom's fight
When the Eagle Cries
We love her so
When the Eagle Cries
We will sacrifice
Out of the ashes came a tempted vengeance
but we are focused, we seek redemption
we are free
we'll stay free
All they've done is make us stronger
The sleeping giant is asleep no longer
If need be
we'll die free
When the Eagle Cries
Blood will flow
When the Eagle Cries
For freedom's fight
When the Eagle Cries
We love her so
When the Eagle Cries
We will sacrifice
terça-feira, 22 de julho de 2008
Os Temporários
Gostava de ser imortal.
Ser pintada ou pintar um quadro.
Escrever ou ser descrita num livro.
Inventar algo importante.
E nem assim asseguraria a minha imortalidade.
Com o passar do tempo, aprendemos a aceitar, que somos temporários, e nem as fotografias nos guardarão para sempre.
Ao longo da vida somos ensinados com apenas uma coisa:
Amar ou Odiar.
E fazemos todo o resto dela, em função dessa aprendizagem.
Acabamos por não aproveitar grande coisa dela.
Sei que sou nova, mas tenho visto o quão a vida pode ser fácil e complicada. E o quanto temos de mortais e imortais, apesar de a imortalidade ser ocasionalmente temporaria.
Tenho visto miudas da minha idade morrerem, e outras degradarem-se, como também tenho visto pessoas serem aquilo que querem, e idosos de 106 anos andarem tão bem quanto pessoas de 50, apesar de terem um pouco mais que o dobro.
Viver um seculo, é, de certa forma ser imortal.
Mas é ser mortal também. A partir dos 80 fica-se á espera, e á espera, e á espera, do fatídico dia, que parece não chegar.
Acho que a chave da imortalidade é esperar a morte todos dias.
Quem aceita ser imortal, acaba por morrer, talvez não fisicamente, mas morre.
Um amigo meu diz que sentir não é temporário, é permanente, e que por isso, viver, nesse momento, nos torna imortais, nem que seja apenas por esse momento.
É triste, e faz-me chorar ver coisas perderem-se no passado, perderem o sentido, serem esquecida, demovidas.
Parece que aprendi, que não se deve confiar em ninguem, nem mesmo em quem sempre mais acreditámos, em quem nos guiou e ensinou muito do que sabemos, mesmo que esse alguem sejamos nos, porque nunca sabemos se estaremos certos ou errados nas nossas verdades e mentiras, voltando ao mesmo de sempre, saber quais são as verdadeiras verdades, e as verdadeiras mentiras.
Sei que um dia vou desaparecer, fico na duvida se agora, ou para sempre.
How far am I from you?
terça-feira, 15 de julho de 2008
O meu irmão.
Hmm, apetece-me escrever isto.
Sabem, tenho um irmão com 10 anos, muito mal educado, preguiçoso, inutil e invejoso.
Quer tudo o que eu possa ter, apesar de que eu com a idade dele nao tinha nem 1/3.
Quer o meu lugar á mesa, quer o meu prato, quer a minha cama, quer o meu pc, quer os meus cadernos, quer o meu tempo de tv. Seja lá o que for que possa ser meu por um certo tempo, ele quer ter isso nesse mesmo tempo.
Certas vezes irritamente tanto, que imagino um facalhão na minha mão, e ele a ser esfaqueado.
Eu sei que é uma coisa má de imaginar, mas aquele puto é demasiadamente irritante. Ninguem me chateia mais do que ele.
by:
Darkolica.
às
12:55 p.m.
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segunda-feira, 14 de julho de 2008
In Flames - The Mirrors Truth
This Spectacle
Our collapse
It's not a false alarm
The ashes settle in
I guess
We are the insane as we ignore the mirror's truth
Should I join the feast
Should I acknowledge the leash
A future in captivity
I'm not who I'm supposed to be
Without even trying
Let this night explode
The bleeding
We deceive them
Fuel the lies that fade
At the height of reason
We should live by your laws
Call the swarm
Feed them another false hope
Without even trying
Let this night explode
Without even trying
Find the exit sign
And disappear
Without even trying
Let this night explode
Without even trying
Find the exit sign
And disappear
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Se eu fosse...
SE EU FOSSE UMA HORA DO DIA, SERIA – 6 am
SE EU FOSSE UM PLANETA OU ASTRO, SERIA - Neptuno
SE EU FOSSE UMA DIRECÇÃO, SERIA - Em Frente
SE EU FOSSE UM MÓVEL, SERIA - Divâ
SE EU FOSSE UM LÍQUIDO, SERIA - Água
SE EU FOSSE UM PECADO, SERIA - Gula
SE EU FOSSE UMA PEDRA, SERIA - Topázio
SE EU FOSSE UMA ÁRVORE, SERIA - Coqueiro
SE EU FOSSE UM FRUTO, SERIA - Amora
SE EU FOSSE UMA FLOR, SERIA – Orquídea
SE EU FOSSE UM CLIMA, SERIA - Frio
SE EU FOSSE UM INSTRUMENTO MUSICAL, SERIA - Bateria
SE EU FOSSE UM ELEMENTO, SERIA - Fogo
SE EU FOSSE UMA COR, SERIA – Vermelho-sangue
SE EU FOSSE UM BICHO, SERIA - Medusa
SE EU FOSSE UM SOM, SERIA – O da Chuva
SE EU FOSSE UMA MÚSICA, SERIA – Believe In Nothing
SE EU FOSSE UM ESTILO MUSICAL, SERIA - Metal
SE EU FOSSE UM SENTIMENTO, SERIA - Entusiasmo
SE EU FOSSE UMA COMIDA, SERIA – Pasta
SE EU FOSSE UM LUGAR , SERIA - Abismo
SE EU FOSSE UM GOSTO, SERIA - Cerveja
SE EU FOSSE UM CHEIRO, SERIA – Lavanda
SE EU FOSSE UMA PALAVRA, SERIA - Silence
SE EU FOSSE UM VERBO, SERIA - Degolar
SE EU FOSSE UM OBJECTO, SERIA - Escova
SE EU FOSSE PEÇA DE ROUPA, SERIA – Cinto
SE EU FOSSE UMA PARTE DO CORPO, SERIA - Cerebro
E EU FOSSE UMA EXPRESSÃO FACIAL, SERIA - Seriedade
SE EU FOSSE UMA PERSONAGEM DE DESENHO ANIMADO,SERIA- Clara
SE EU FOSSE UM FILME, SERIA – Sybil
SE EU FOSSE UMA FORMA, SERIA - Hexagono
SE EU FOSSE UM NÚMERO, SERIA - 217
SE EU FOSSE UMA ESTAÇÃO, SERIA - Outono
SE EU FOSSE UMA FRASE, SERIA – “And I Still Believe In Nothing”
SE EU FOSSE UM TOQUE, SERIA - Mão no Ombro
SE EU FOSSE UM DIA DA SEMANA, SERIA - Sexta
SE EU FOSSE UM FERIADO, SERIA - 5 Outubro
SE EU FOSSE UMA CIDADE, SERIA – Berlin
by:
Darkolica.
às
10:51 p.m.
0
Word(s)
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Porque te drogas?
Porquê?
A tua vida vale bem mais que isso..ha quem goste muito de ti sabes?